São a minha (a nossa) fortaleza.




A eles, uma poesia de Genildo Mota Nunes, "Flores":
"Não quero que a vida me pegue na estrada qual folha caída, perdida no vento. Nem quero que o tempo, a correr lá fora nas asas da tarde me faça partir. Há um desejo estranho de sonho e de luzes nos olhos da face, de quem quer viver. E a flor despetala nas mãos de quem perde, por força dos fatos, a vez de sorrir. Por isso é que tento, compondo meus versos, ouvir nos espaços as vozes do ser...Vagar pelas tardes e pelos canteiros, no pólen das almas que podem sentir."
É isso.

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